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Truque de pequeníssimo segredo, porém de assombroso efeito, podendo ser exibido numa reunião social ou mesmo no palco, com igual sucesso.
O ilusionista põe se de frente para a assistência, sustenta na mão direita um baralho bem a frente e a altura de sua cabeça Os dedos da mão esquerda são passados sobre as figuras das cartas, serra que seus olhos possam vê-ias, pois estas estão voltadas para o público. No entanto, inexplicavelmente, o artista vai ditando o valor das cartas, rima a urna, até o final do baralho.
EXPLICAÇÃO:
Cada vez que o ilusionista eleva o baralho com a mão direita até afronte, passando este pelo rosto ou estando ainda mais abaixo, como se pode observar no desenho, força as cartas fazendo-as curvarem-se um pouco. É dessa forma que ele consegue divisar com o olhar dissimulado, o naipe e o valor de cada carta, antes de elevar o maço até a testa. Faça algumas provas práticas e encontrará o melhor ângulo para isso, ou seja, divisar não toda a superfície da carta, mas sim, o canto inferior, onde está o número e o naipe.
Na boca do baralho, deslizam-se os dedos da mão esquerda como que tateando as figuras da primeira carta. Nunca deverá ele ditar logo o valor Deverá antes, divagar o olhar de um lado para outro, como se estivesse captando as impressões da carta. Então, teatralmente, dita o seu valor, que é logo posta de lado, dando lugar à seguinte. Com esta encenação, ganha se um tempo mais longo no transcorrer de toda a adivinhação.
NOTA:
Para não levantar a eventual suspeita de que tenha decorado todos os valores das cartas dispostas numa ordem, embaralhe várias vezes as cartas bem à vista cio público, com os olhos fechados. Ou ainda melhor. Peça a urna pessoa que embaralhe.
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