|
Esse é um truque que depende ao máximo da habilidade do mágico com o tempo. Não que ele necessite ser rápido ou devagar, mas sim ter um timing, ou seja, executar os movimentos certos na hora certa. Credita-se esse truque a um mágico do início do século passado: Elliot, que contribuiu em muito com sua criatividade em truques de cartas simples.
1- Deixe que o espectador embaralhe as cartas.
2- Ao pegar o maço de volta, embaralhe-o também, mas no meio do ato diga que você esqueceu de tirar o curinga, que atrapalha particularmente nesse truque. Enquanto procura o curinga, memorize as três primeiras cartas que estiverem embaixo da carta do topo, e claro, retire o curinga.
3- Embaralhe novamente tomando o cuidado para não mover de posição as quatro primeiras cartas.
4- Peça ao espectador para cortar uma vez o maço. Quando ele o fizer peça gentilmente para ele cortar o maço em dois montes.
5- Agora vem a parte em que se precisa de bom timing e encenação (no passo 2 o timing também é extremamente precioso). Você quer que o espectador escolha aquele monte que você conhece as cartas de cima. Peça a ele para apontar qualquer um dos dois. Se ele apontar o monte certo, fique com ele. Se ele apontar o outro monte, ponha-o de lado e fique com o outro. O importante é não dar muita explicação nessa hora e ser o mais natural possível. Se bem feito o espectador realmente acreditará que a escolha do monte foi feita por ele.
6- Pegue o monte "escolhido", coloque-o sobre a mesa e diga para o espectador retirar a carta de cima e colocá-la em qualquer lugar. Peça para ele fazer o mesmo com a carta de baixo.
7- Vamos recapitular: nessa hora você deve saber quais são as três primeiras cartas do maço, que você decorou no passo 2. Feche os olhos, retire as cartas uma a uma do maço (só as três primeiras), e faça um suspense para revelar cada um dos valores!
Voltar
|